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10 das aldeias mais bonitas e tradicionais para visitar no Gerês

Típicas, históricas, em granito que se funde com a paisagem: assim são as aldeias do Gerês. Descubra algumas das mais bonitas e quais visitar.

Revista Outsider by Revista Outsider
03/03/2026
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O Parque Nacional da Peneda Gerês é um dos últimos santuários da Natureza em Portugal e está repleto de pequenos recantos por descobrir. É muito difícil escolher os melhores locais para visitar na Peneda Gerês porque isso depende, sobretudo, daquilo que cada pessoa gosta de ver e visitar. 

Alguns preferem as deslumbrantes cascatas do Gerês, outros preferem fazer longas caminhadas nos vários percursos pedestres sinalizados e outros preferem ver e sentir o dia-a-dia das populações que ainda habitam este maravilhoso recanto. As aldeias do Gerês são locais onde pode viajar no tempo e sentir a ligação das suas gentes à terra, à agricultura, aos animais e às estações do ano. 

Típicas, históricas e tradicionais, em algumas delas ainda hoje se pratica a transumância, que consiste em movimentar o gado para zonas mais altas das montanhas durante os meses de Verão para aproveitar as pastagens. Descubra alguns dos tesouros desta área protegida: estas são as melhores aldeias para visitar no Parque Nacional Peneda Gerês.

1. Lindoso

Lindoso
Lindoso

É uma das mais famosas aldeias do Gerês. Lindoso é conhecida sobretudo pelo seu castelo e pelo conjunto impressionante de espigueiros (são mais de 60). Estes espigueiros, que servem para guardar o milho, são um testemunho vivo das tradições comunitárias desta terra.

Além do castelo e dos espigueiros, é possível observar uma pequena ponte medieval, várias calçadas medievais, o castro de Cidadelhe, os moinhos de água de Parada ou as eiras comunitárias, por exemplo.

Nas redondezas encontra ainda a deslumbrante paisagem da albufeira do Lindoso. Esta é também uma aldeia para servir de base quando visitar o Gerês, já que possui uma localização central no parque.

2. Val de Poldros

Val de Poldros
Val de Poldros

Val de Poldros é um daqueles segredos que foram descobertos nos últimos anos. A aldeia não está propriamente desabitada… tem apenas 1 habitante! E para falar a verdade… nem sequer é bem uma aldeia… é uma “branda”. Mas o que significa tudo isto? 

Uma branda é o local onde os pastores guardavam o gado durante o Verão. Era aqui que encontravam pastagens melhores durante esta época. A aldeia está repleta, portanto, de abrigos para o gado.

Com o evoluir dos tempos e da agricultura, a grande maioria das brandas foi abandonada, tal como Val de Poldros. Resiste apenas 1 habitante e os muitos turistas que aqui acorrem para conhecer a região. E acredite: o passeio vale bem a pena.

3. Soajo

Soajo
Soajo

É uma das surpresas mais agradáveis do Gerês. Esta aldeia típica tem sido recuperada a um bom ritmo nos últimos anos. São cada vez mais as pessoas que recuperam as casas que possuem nesta aldeia e as transformam em segunda habitação ou turismo rural.

A aldeia do Soajo é conhecida também pelos seus espigueiros, tal como o Lindoso. Mas não se fique apenas por aí: aventure-se pelo seu interior e descubra uma aldeia de ruas e ruelas estreitas e sinuosas, ladeadas por casas antigas de granito. O passeio é sublime.

Destacam-se também a sua pequena praça central, o Largo do Eiró, com o seu peculiar pelourinho. E nas redondezas pode encontrar o quase secreto Poço Negro, local onde pode desfrutar de um banho refrescante nos dias quentes de Verão.

4. Castro Laboreiro

Castro Laboreiro
Castro Laboreiro

Um castelo que nos recorda as batalhas antigas que aqui se travaram, pontes e igrejas medievais, fornos e moinhos comunitários… tudo em Castro Laboreiro respira história e tradição. Esta é, sem dúvida, uma das aldeias mais bonitas do Gerês.

Grande parte das suas casas foi recuperada para turismo rural. É ainda possível visitar o museu etnográfico e o núcleo megalítico. Mas o melhor de tudo talvez seja observar o dia-a-dia das pessoas, conhecer os hábitos e tradições deste povo e descobrir mais sobre a sua cultura.

Na floresta circundante, além da exuberante floresta de carvalhos e medronheiros, é possível avistar javalis, veados e lontras. Uma das melhores formas de explorar a região é realizar o trilho castrejo. São 17 quilómetros mas acredite: vale bem a pena.

5. Pitões das Júnias

Pitões das Júnias
Pitões das Júnias

Localizada na parte transmontana do Parque Nacional da Peneda Gerês, Pitões das Júnias é uma das aldeias típicas e tradicionais desta região. É também uma das mais famosas e visitadas. E não é por acaso!

É famosa pelo seu fumeiro e pela sua gastronomia e por isso vale bem a pena almoçar em qualquer um dos restaurantes que aqui existem. Depois do almoço, caminhe pelas ruas estreitas da aldeia e descubra os seus recantos e pequenos detalhes.

Se estiver com forças para mais, pode visitar as ruínas do Mosteiro de Pitões das Júnias. O local é mágico e é fácil perder algumas horas a imaginar como seria a vida dos monges que aqui viveram durante séculos. Aventure-se também pelos passadiços até chegar ao miradouro com vistas para a cascata de Pitões das Júnias. A vista vale bem a pena o esforço!

6. Sistelo

Sistelo
Sistelo

E de repente… Portugal descobriu o Sistelo! A aldeia passou décadas no anonimato e bastou o slogan do “Tibete português” para chamar a atenção. Um slogan injusto, no entanto, já que Sistelo é muito mais do que socalcos nas montanhas.

Mas são os socalcos que saltam primeiro à vista, claro. Não apenas no Sistelo, mas em toda a área envolvente. Assim que se entra nesta região, a paisagem transforma-se e deslumbra quem por aqui passa. Afinal de contas… poucos lugares são tão bons exemplos da comunhão entre os humanos e a paisagem envolvente.

A aldeia merece uma visita e tem no seu castelo a sua principal atração (na realidade, o castelo é um pequeno palácio do Século XIX onde viveu o Visconde de Sistelo. Mas a melhor forma de explorar a região é mesmo caminhando pelos famosos passadiços que conduzem à aldeia ou pelo trilho das Brandas do Sistelo.

7. Fafião

Fafião
Fafião

Mais uma aldeia na zona transmontana do Gerês. Fafião localiza-se no concelho de Montalegre e é famosa pela sua história ligada à presença do lobo na região. Apesar de não ser uma das aldeias mais visitadas da região, é uma das mais interessantes.

Ainda preserva alguns hábitos de vida comunitários, como a famosa vezeira, que consiste em juntar todo o gado dos pastores da aldeia e pastoreá-lo em conjunto. A gastronomia local é mais um motivo para visitar esta aldeia.

Mas o grande destaque de Fafião é a natureza circundante, especialmente o seu rio, o rio Fafião. Um rio repleto de pequenos segredos e de lagoas que apenas são conhecidas pelos habitantes locais. Uma delas é o Poço Verde, uma pequena lagoa de água verde cristalina onde se pode refrescar nos dias quentes de Verão.

8. Gavieira

Gavieira
Gavieira

Nunca ouviu falar na Gavieira, certo? Talvez esse seja o principal motivo para uma visita… Afinal de contas, não é todos os dias que se pode desfrutar de uma aldeia típica do Gerês sem o turismo de massas por todo o lado.

Mesmo ao lado da aldeia fica o Santuário da Nossa Senhora da Peneda (este já mais conhecido pela maioria das pessoas) e a sua fantástica cascata (a Cascata da Peneda que cai de uma altura de 30 metros).

Se visitar Gavieira, procure também conhecer as outras aldeias da freguesia: Rouças e Tibo. A partir de Tibo pode chegar até à Lagoa dos Druidas (o verdadeiro nome é Lagoa dos Antigos). É uma das mais belas e secretas do Gerês. Pode ainda subir os socalcos em direção às brandas e apreciar as serras das redondezas: Peneda, Soajo e Laboreiro.

9. Germil

Germil
Germil

Lobos e ursos! Eram estas as principais preocupações dos habitantes de Germil até há algumas décadas. E não deve ter sido fácil, acreditamos. O Fojo do Lobo e a Silha do Urso foram as soluções para estes perigos. A primeira servia para encurralar este dizimador de rebanhos e a segunda para proteger as colmeias. Em Germil ainda existem em bom estado de conservação.

A aldeia tem ainda outros motivos de visita: um relógio de sol, alguns espigueiros, uma pequena cascata nos arredores, moinhos medievais e… boa comida.

Se tiver tempo, explore as redondezas seguindo o trilho de Germil (PR6 PTB). Trata-se de um trilho circular, com início e fim na própria aldeia de Germil e com trajeto pela Serra Amarela.

10. Aldeia de Pontes

Aldeia de Pontes
Aldeia de Pontes (Daniel Jorge)

Dasabitada há mais de 15 anos mas nunca esquecida… A Aldeia de Pontes é uma aldeia Inverneira de Castro Laboreiro. Significa isto que alguns dos moradores passavam aqui o Inverno porque esta aldeia teria melhores condições para alimentar o gado durante esta época

Pontes está agora a ser totalmente recuperada para turismo rural. O projeto é recente mas já começa a atrair cada vez mais turistas que procuram paz, sossego e comunhão com a natureza envolvente.

A partir da Aldeia de Pontes saem 7 trilhos pedestres que pode utilizar para explorar a região. A grande maioria destes percursos pedestres são pequenos e de dificuldade fácil. Permitem descobrir uma região repleta de rios de água límpida, pontes medievais, pequenas cascatas e lagoas quase secretas. A não perder!

Tags: parque nacional peneda gerês
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